Com volta do pagamento do auxílio emergencial, Sindicato cobra maior controle do fluxo de pessoas dentro das agências da Caixa

4 de maio de 2021

Foto: Andrezza Leite

Com a antecipação dos saques da primeira parcela do auxílio emergencial 2021, na última sexta-feira (30/04), as agências da Caixa Econômica Federal voltaram a apresentar longas filas e grande fluxo de pessoas buscando atendimento nas unidades. Preocupado com as aglomerações no interior das agências, o Sindicato cobrou da Superintendência do Banco um contingenciamento mais rigoroso de pessoas para o atendimento interno.

Logo no primeiro dia do pagamento, durante visita em loco na agência Centro da CEF, em Campina Grande, o Sindicato constatou um número excessivo de pessoas nas dependências da unidade. Situação alarmante e de alto risco para trabalhadores e população, haja vista que como é de conhecimento de todos, lugares fechados e com muita gente aumentam significativamente os riscos de contaminação.

Os diretores do Sindicato cobraram da Caixa um controle mais efetivo no tocante ao número de pessoas durante os atendimentos, para que desta forma seja preservado a saúde e a vida dos bancários e da população.

Instalação de tendas e apoio externo da prefeitura

Foto: Andrezza Leite

Esta semana começaram a ser instaladas tendas em frente a unidade com a interdição de um dos lados da via, a fim de acomodar melhor as pessoas que aguardam atendimento do lado de fora. Esta foi uma das reivindicações feita a Superintendência do Banco antes da divulgação do calendário de pagamento dessa segunda fase do auxílio emergencial.

O contingenciamento no fluxo interno de pessoas nas agências bancárias é extremamente necessário neste momento de pandemia e está respaldado pelas negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban. E também assegurado pelo decreto estadual nº 40.141 de 26/03/2020, que ainda está vigente.

O Sindicato continuará acompanhando o dia a dia das agências bancárias e o correto cumprimento dos protocolos de segurança. Paralelo a isto, a luta do movimento sindical bancário em nível nacional é incluir a categoria como grupo prioritário para a vacina.

Fonte: Seeb-CGR