Para Juvandia, desafio para 2021 é lutar pela vacina já e para todos

18 de dezembro de 2020

Presidenta da Contraf-CUT participou de live e fez balanço de 2020
 
O primeiro desafio para o ano de 2021 é lutar pela vacina contra a Covid 19 para todos e o mais rápido possível. Essa foi a posição defendida pela presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, em live no canal “No Coração da Tormenta”, pelo TouTube, nesta quarta-feira (16). Participaram da entrevista o economista Alencar Ferreira, ex-diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região; o historiador Bruno Baronetti, professor e pesquisador da Cultura Popular Brasileira, e o músico e geógrafo Fábio Adorno.
 

Além da luta da vacina para todos e o mais rápido possível, Juvandia afirmou que a tarefa para as forças populares é de tirar da frente o governo Bolsonaro, que vem promovendo ataques à população. “O ‘Fora Bolsonaro vai continuar. Temos que dizer que ele é responsável pelas mortes na pandemia. Vamos ter que construir um mundo diferente. É fundamental a defesa das estatais, do serviço público. Outra luta importante é a questao racial. Vejam os assassinatos dos jovens negros. ‘Fora Bolsonaro, pelo amor de Deus…”, declarou a presidenta da Contraf na entrevista.

Categoria

Juvandia também fez um balanço das lutas da categoria em 2020. “Começamos o ano com um plano A e depois fomos para um plano B. Imaginávamos que a pandemia não iria durar muito tempo. Agora estamos nos adaptando. As negociações aconteceram pelo zoom. Por incrível que pareça, a assembleia final teve 120 pessoas votando, a maior assembleia dos últimos anos”, avaliou a presidenta da Contraf-CUT.

Outra questão presente em 2020 foi a do teletrabalho. “O teletrabalho veio para ficar. Temos que negociar para garantir a ajuda de custo aos trabalhadores e o cumprimento da jornada. Senão, os poucos que estarão trabalhando, vão trabalhar intensamente”, afirmou.

Na live, Juvandia também destacou aspectos positivos da conjuntura, principalmente nas lutas populares em todo o continente americano. “Falei de muita coisa ruim, mas o continente mostra reações. A Argentina tem ventos bons, tem a derrota do Trump. A Argentina, com a eleição do Alberto Fernandez. Também teve as manifestações na Colômbia. O Chile foi um grande exemplo de luta popular”, falou Juvandia.

Fonte: Contraf-CUT