Trabalhadores do BB protestam por mais proteção contra Covid-19 e Influenza

28 de janeiro de 2022

Funcionários de todo o país realizaram nesta quinta-feira (27) um Dia Nacional de Luta exigindo do banco respeito à saúde de trabalhadores e clientes
 
Trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil realizaram, nesta quinta-feira (27), um Dia Nacional de Luta em defesa dos protocolos de saúde nas unidades do BB, diante do aumento exponencial de funcionários contaminados em agências e unidades administrativas do banco em todo o país.


Além de ações nas unidades, os trabalhadores realizaram um tiutaço, entre às 11h e 12h. A hashtag #DiadeLutaBB chegou a ficar em 16º lugar nos Trending Topics do Twitter, ou seja, entre os temas mais comentados do país na hora.

“Essa mobilização foi importante para o banco perceber que os trabalhadores estão atentos sobre seus direitos a um ambiente seguro de trabalho”, avaliou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

“Desde o início da pandemia, dialogamos com a direção do BB para exigir o cumprimento dos protocolos contra a Covid-19, o que gerou um Manual do Trabalho, com diretrizes de segurança, acordado junto ao Ministério Público do Trabalho. Nós também negociamos regras para o trabalho em home office. Mas, infelizmente, além de alterar de maneira unilateral o Manual do Trabalho, o banco acabou com o home office no final de dezembro do ano passado, mesmo diante do anúncio das autoridades de Saúde de que a pandemia estava longe de terminar”, destacou Fukunaga.

Carta à população

Os funcionários e funcionárias do Banco do Brasil prepararam, ainda, um boletim direcionado à população. “Nossa reivindicação é pela implementação dos protocolos de segurança sanitária contra Covid-19 e Influenza em todas as agências e unidades do BB. Também reivindicamos o encaminhamento de todos os empregados com alguma comorbidade e os que trabalham em departamentos de prédios comerciais que não atendem o público para o home office”, diz o material distribuído nas ruas.

Fonte: Contraf-CUT